Identifica o paciente
Pelo número que está falando, pelo CPF ou pelo nome com data de nascimento. Se o cadastro não existe, ele não inventa: pergunta o que falta e abre o cadastro pelo mesmo caminho.
O agente não anota o pedido para a recepção resolver amanhã. Ele abre a agenda oficial do hospital, vê o horário que existe agora, confere o que o convênio do paciente cobre, oferece as opções reais e grava a marcação — no mesmo sistema em que a recepção trabalha.
WhatsApp oficial da Meta · toda operação de agenda passa pela API do sistema do hospital · nenhuma planilha no meio do caminho.
Marcar consulta não é responder uma pergunta: é uma sequência de verificações que precisa terminar dentro de um sistema. O agente faz essa sequência inteira no mesmo atendimento, e só diz o horário depois que o hospital confirmou que ele existe.
Pelo número que está falando, pelo CPF ou pelo nome com data de nascimento. Se o cadastro não existe, ele não inventa: pergunta o que falta e abre o cadastro pelo mesmo caminho.
Plano ativo, carteirinha válida, cobertura para aquela especialidade e se o procedimento exige autorização prévia. É aqui que a marcação errada deixa de nascer.
“Preciso de um cardiologista”, “é o retorno do doutor da semana passada”, “o pedido diz ecocardiograma”. O agente traduz o pedido em especialidade, tipo de consulta e procedimento.
Pergunta ao sistema do hospital quais horários existem naquela especialidade, naquela unidade e na janela de dias que o hospital liberou. Não trabalha com cópia de agenda.
Duas ou três opções, com dia, horário e unidade. Se não há vaga na janela, ele diz que não há — e pergunta se o paciente quer entrar na lista de espera daquela especialidade.
A escolha do paciente vira registro no sistema oficial. O protocolo que o agente devolve é o que o próprio hospital gerou, não um número criado pela conversa.
Junto do protocolo vai o que o paciente precisa saber antes de sair de casa: documento, carteirinha, pedido médico, jejum quando o procedimento exige, horário de chegada e em qual entrada da unidade se apresentar.
O preparo não é inventado pelo agente. Ele sai do Cofre de Conhecimento do hospital — os textos que a própria instituição publicou por procedimento. Se o preparo daquele exame não está cadastrado, o agente diz que vai confirmar e transfere, em vez de escrever uma orientação plausível.
Orientação de preparo é logística, não conduta clínica. O agente não avalia sintoma, não sugere diagnóstico e não opina sobre medicação.
A conversa inteira vira ficha: quem pediu, o que pediu, o que foi oferecido, o que foi aceito e qual protocolo saiu. Quando a mesma pessoa voltar em três meses, o agente já sabe onde ela foi atendida e o que ficou pendente.
É o mesmo funil que o resto da operação usa — o agente alimenta sozinho, a recepção lê, o gestor pergunta.
Ninguém digita a ficha depois. Ela nasce do atendimento.
As seis ferramentas abaixo são o que o hospital entrega ao agente. Cada uma é um endereço da API do sistema que você já usa, cadastrado uma vez, com escopo declarado — e cada uma tem um comportamento definido para quando o sistema do outro lado não responde.
| Ferramenta | O que ela faz | Se a chamada falha |
|---|---|---|
| api_get_paciente | Localiza o cadastro pelo telefone, pelo CPF ou pelo nome com data de nascimento. | O agente pergunta os dados e abre o cadastro pelo mesmo caminho. Duas pessoas com o mesmo nome param a marcação e vão para a recepção. |
| api_get_convenio_elegibilidade | Confere plano ativo, cobertura da especialidade e necessidade de autorização prévia. | Ele diz que não conseguiu confirmar a cobertura agora, oferece seguir como particular ou aguardar a central — nunca afirma que está coberto. |
| api_get_agenda_disponibilidade | Devolve os horários que existem por especialidade, unidade e janela de dias. | Sem resposta, não há oferta. O agente avisa que a agenda está indisponível e coloca o pedido na fila da recepção, com o contexto junto. |
| api_post_agendamento | Grava a marcação e recebe de volta o protocolo gerado pelo hospital. | Nada é confirmado ao paciente. O agente tenta de novo e, persistindo o erro, transfere o caso com o horário ainda em aberto. |
| api_put_agendamento | Remarca: troca o horário de um agendamento que já existe, numa operação só. | O horário antigo permanece válido. O paciente é avisado de que a troca não foi concluída e a consulta original continua de pé. |
| api_delete_agendamento | Cancela e devolve a vaga para a grade na mesma operação. | O cancelamento só é confirmado depois que o sistema devolve o novo estado. Sem confirmação, o agente não diz que cancelou. |
Se o sistema do hospital não respondeu, não existe horário para oferecer. O agente prefere dizer isso a prometer uma vaga.
Rede hospitalar de médio-grande porte · 28 especialidades ambulatoriais · cerca de 60 mil pacientes por ano no ambulatório · aproximadamente 2.500 horários de consulta ofertados por semana · WhatsApp oficial com cerca de 23 mil conversas por mês · 14 operadoras contratadas.
Há um detalhe que só aparece no fim do mês: 1 em cada 5 marcações acontece fora do horário da recepção — noite, madrugada, domingo. São pedidos que antes viravam ligação perdida na segunda-feira, quando a vaga já tinha ido embora. O mesmo número atende dúvida, preparo de exame e convênio; a marcação é uma das coisas que ele resolve. Ver o atendimento no WhatsApp oficial
Esta é a pergunta que todo diretor de ambulatório faz na primeira reunião, e a resposta é curta: o agente não tem agenda própria. Ele escreve na sua.
A maioria dos robôs de agendamento funciona como um formulário sofisticado: coleta o pedido, guarda numa base própria e devolve para alguém do hospital transcrever. O resultado é conhecido — duas agendas que discordam, vaga vendida duas vezes, paciente que chega com um protocolo que a recepção não encontra.
Aqui a marcação nasce e morre dentro do sistema do hospital. A reserva do horário é feita pelo próprio sistema, que é quem sabe se aquele slot ainda está livre no instante da gravação. Duas conversas simultâneas pedindo o mesmo horário não produzem duas marcações: a segunda recebe a recusa do sistema e o agente oferece outra opção, ainda na conversa.
Quem manda na agenda continua sendo o sistema do hospital. O agente é mais um cliente dessa API — como a recepção, como o portal do paciente, como o totem do saguão.
Do lado do paciente é uma conversa. Do lado de dentro é esta tela: o cadastro conferido, a elegibilidade respondida pela operadora, os horários que a API devolveu e a gravação que acabou de sair com protocolo.
Etapas já cumpridas nesta conversa
Horários devolvidos pela agenda — api_get_agenda_disponibilidade
| Dia | Hora | Unidade | Sala | Estado |
|---|---|---|---|---|
| qui · 24/09 | 09:20 | Ambulatório Central | Cardio 3 | Livre |
| qui · 24/09 | 15:40 | Ambulatório Central | Cardio 1 | Livre |
| sex · 25/09 | 08:00 | Unidade Norte | Cardio 2 | Reservando |
| sex · 25/09 | 11:10 | Unidade Norte | Cardio 2 | Retorno apenas |
| seg · 28/09 | 07:40 | Ambulatório Central | Cardio 3 | Livre |
| seg · 28/09 | 14:00 | Ambulatório Central | Cardio 1 | Tomado há 2 min |
| 6 horários na janela de 14 dias = 3 livres + 1 em reserva + 1 restrito a retorno + 1 ocupado durante a consulta. Os horários oferecidos ao paciente são apenas os livres. | ||||
O que foi oferecido na conversa
qui · 09:20 · Central qui · 15:40 · Central sex · 08:00 · Norte 3 de 6 elegíveisMarcação concluída
Uma marcação no meio do caminho. À esquerda, as especialidades com a janela que cada uma libera — inclusive a que só a central marca. No centro, o cadastro já identificado, a elegibilidade respondida pela operadora e as regras que o hospital ligou para aquela agenda. Abaixo, os seis horários que a API devolveu, com o que aconteceu com cada um, e a gravação saindo com protocolo.
Repare na linha das 14:00 de segunda: ela foi tomada por outra pessoa enquanto esta conversa acontecia, e por isso nunca chegou a ser oferecida. É a diferença entre ler a agenda no instante da oferta e trabalhar com uma cópia da manhã. Dos seis horários da janela, três chegaram ao paciente — os outros três foram descartados pela regra, não pelo acaso.
Repare também no que a tela não mostra: nenhum dado clínico. As colunas são dia, hora, unidade, sala e estado — não há sintoma, histórico nem resultado de exame, porque o agente não recebeu ferramenta para isso. E o segundo cartão é um caso que ele decidiu não marcar: explicou o motivo, não ofereceu horário e entregou o atendimento a uma pessoa, com a conversa inteira junto.
Metade da fila do telefone de um ambulatório é gente tentando trocar de horário. É a operação mais simples do mundo e a mais cara de atender — porque exige uma pessoa, um ramal e uma espera.
O paciente escreve “não vou conseguir na sexta”. O agente localiza o agendamento pelo cadastro, confirma qual é — se houver mais de um, pergunta —, consulta a disponibilidade da mesma especialidade e oferece as opções que existem. A troca é uma operação só no sistema: o horário novo é reservado e o antigo é liberado no mesmo movimento, sem janela em que os dois estejam ocupados.
O cancelamento segue o mesmo caminho, com uma diferença importante: o horário liberado volta para a grade na hora. Não espera rotina noturna, não espera alguém lembrar. Quem cancelou às 14h devolveu para o hospital uma vaga que ainda dá tempo de preencher — e é exatamente isso que a lista de espera faz em seguida.
O texto e as regras citadas dependem do que cada hospital configura no agente.
Duas operações separadas abrem uma brecha: entre soltar o horário antigo e gravar o novo, outra pessoa pode levar a vaga e o paciente fica sem nenhuma. Por isso a remarcação é uma operação só, decidida pelo sistema do hospital.
Quando cancelar custa uma ligação em horário comercial, o paciente simplesmente não cancela: ele falta. Reduzir o custo do cancelamento é a forma mais direta de transformar falta em vaga aproveitada.
Boa parte dos cancelamentos chega à noite, depois que o dia do paciente terminou. Se ninguém está de plantão para registrar, a vaga só aparece na manhã seguinte — tarde demais para oferecer a quem está na fila.
Uma consulta cancelada com antecedência é uma vaga. Uma consulta abandonada é um buraco na grade.
Cancelou às 14h. Em condições normais aquela vaga de quinta-feira morre ali: ninguém tem tempo de ligar para a fila de espera procurando quem topa. O agente tem.
Quando o cancelamento é gravado, a vaga volta à grade e dispara uma segunda rotina: o agente consulta a lista de espera daquela especialidade, ordena por tempo de espera e começa a oferecer — do mais antigo para o mais recente, um de cada vez ou em pequenos blocos, conforme o hospital preferir.
A abordagem respeita a regra do canal. Se aquela pessoa falou com o hospital nas últimas 24 horas, a conversa continua normalmente. Se não falou, a única forma de iniciar contato é por template aprovado pela Meta — e é o que o agente usa, com o texto que o hospital cadastrou. Quem responde primeiro leva a vaga; os demais recebem o aviso de que ela foi preenchida e continuam na fila, na mesma posição.
Essa é a engrenagem que muda a ocupação da grade sem abrir um consultório novo. O efeito acumulado — ocupação, conversão de vaga em atendimento e fila por especialidade — está detalhado na página de agenda. Ver agenda, ocupação e absenteísmo
Quando não há vaga na janela, o agente não encerra o assunto com “sem disponibilidade”. Ele oferece a lista de espera da especialidade, registra a preferência de turno e de unidade e explica como a pessoa será chamada. A fila deixa de ser um caderno da recepção e passa a ser um estado do sistema.
Além da recuperação no calor do cancelamento, um agente orquestrador acorda no horário programado, olha a grade do dia seguinte, encontra as vagas que continuam abertas e manda o agente de canal oferecê-las à fila. É o mesmo mecanismo, rodando por rotina em vez de por evento.
Confirmar não é mandar lembrete. É separar a agenda de amanhã em três montes — o que está de pé, o que virou silêncio e o que precisa mudar de horário — e agir sobre cada um deles antes que o dia comece.
Se o paciente escreveu para o hospital nas últimas 24 horas, a conversa continua livre: o agente pergunta, ouve a resposta e atualiza o estado do agendamento na agenda oficial.
Passadas 24 horas sem mensagem do paciente, o contato só pode começar por template aprovado pela Meta — com o texto que o hospital cadastrou e aprovou antes. Não há atalho aqui, e o agente não tenta nenhum.
Confirmou: o horário fica firme. Remarcou: entra no caminho da remarcação e libera a vaga. Não respondeu: é reabordado e, perto do dia, a vaga entra na lista de risco que a central olha.
A antecedência prevê a falta: marcação feita com mais de 30 dias falta cerca de 2× mais que a do mesmo dia.
Esse é o dado que muda o desenho da confirmação. Se a chance de falta cresce com a distância entre a marcação e a consulta, confirmar todo mundo do mesmo jeito é desperdiçar esforço: a fila de confirmação não é cronológica, ela é ordenada por risco. Quem marcou há dois meses é abordado mais cedo e mais vezes; quem marcou hoje de manhã para amanhã quase não precisa de lembrete.
Confirmação Ambulatorial
Documento publicado pelo Squad ao fim da execução diária das 07:30, consolidando o mês corrente do ambulatório.
O canal executou 10,4 mil operações de agenda — marcação, remarcação e cancelamento somados. Delas, 91% terminaram na primeira tentativa, sem transbordo para a central. As demais pararam em uma das regras do hospital ou em falta de resposta de um sistema externo, e foram entregues a uma pessoa com o contexto junto.
Nenhum consultório novo, nenhum horário a mais ofertado: os mesmos 2.500 horários por semana. O que muda é quanto da grade é ocupado, quanto do que foi marcado vira atendimento e quanto some no dia.
Figura 1 — ocupação da grade, conversão de vaga em atendimento e taxa de falta, antes e depois da marcação e da confirmação pelo canal.
A régua é a antecedência. Quanto mais antiga a marcação, mais cedo e mais vezes o agente aborda — e mais provável que a abordagem precise sair por template aprovado, porque aquela pessoa não escreve para o hospital há semanas.
| Antecedência da marcação | Risco relativo de falta | Quando o agente aborda | Caminho |
|---|---|---|---|
| Mais de 30 dias | cerca de 2× a do mesmo dia | 7 dias antes, 48 h antes e na véspera | template aprovado |
| De 8 a 30 dias | intermediário | 48 h antes e na véspera | template aprovado |
| De 2 a 7 dias | menor | na véspera | janela de 24 h |
| Mesmo dia | o menor do grupo | não aborda — a conversa é recente | janela de 24 h |
O número completo de ocupação, absenteísmo e fila por especialidade está na página de agenda. Ver agenda e ocupação · Ver como o painel é escrito e enviado
Um agente que marca tudo é um agente que vai marcar errado. Os casos abaixo são recusas deliberadas: ele explica o motivo ao paciente, não oferece horário e entrega o atendimento a uma pessoa com a conversa inteira junto.
Quando o encaminhamento ainda depende de liberação, marcar cria uma expectativa que o hospital não pode cumprir — e um horário que provavelmente será perdido. O agente explica o que falta, diz de quem é a próxima ação e transfere para quem acompanha autorizações.
Sem a senha, não há marcação. O agente não abre exceção, não “reserva provisoriamente” e não promete ligar depois. Ele registra o pedido, informa o paciente e coloca o caso na fila da central, com o convênio e o procedimento já identificados.
Se a conversa é sobre um menor e o agente não consegue identificar quem é o responsável no cadastro, a marcação para. É uma regra de proteção, não um detalhe de formulário: o atendimento vai para uma pessoa, que conduz a identificação pelos meios do hospital.
Há especialidades, procedimentos e perfis de paciente em que o próprio hospital decide que a decisão é clínica ou administrativa demais para ser automática. Basta marcar assim na configuração: o agente reconhece, informa e transfere, sem discutir a regra.
O agente não avalia sintoma, não sugere diagnóstico, não indica tratamento, não opina sobre medicação e não decide urgência. Se a conversa toma esse rumo, ele orienta a procurar atendimento e transfere. Marcar consulta é logística; o que acontece dentro dela é da equipe assistencial.
Nada disso é código. São chaves de configuração por especialidade e por unidade, mudadas por quem responde pela operação da agenda — e o agente passa a obedecer na conversa seguinte.
As cinco que aparecem em toda reunião de implantação.
Na agenda do hospital, sempre. Ele consulta a disponibilidade pela API do seu sistema e grava a marcação nesse mesmo sistema, recebendo de volta o protocolo que o hospital gerou. Não existe base própria, não existe cópia da grade e não existe planilha intermediária.
A consequência prática é que a recepção vê a marcação na mesma tela de sempre, no mesmo instante — e o paciente que chega ao balcão é encontrado pelo protocolo que recebeu no WhatsApp.
Sem resposta da API não há horário para oferecer, e o agente não oferece. Ele avisa o paciente que a agenda está indisponível naquele momento, registra o pedido na fila da recepção com todo o contexto da conversa e informa que alguém vai retomar o contato.
Se a falha acontece no momento da gravação, nada é confirmado: o agente tenta de novo e, persistindo o erro, transfere o caso com o horário ainda em aberto. O princípio é o mesmo em toda a plataforma — não afirmar o que não foi possível verificar.
Não. Quem reserva o slot é o sistema do hospital, que é a única fonte capaz de saber se aquele horário ainda está livre no instante da gravação. Se duas conversas simultâneas pedem a mesma vaga, a segunda recebe a recusa do sistema e o agente oferece outra opção ainda dentro da conversa, sem que o paciente perceba um erro.
Consegue, e volta. O cancelamento é gravado no sistema no mesmo momento da conversa, e a vaga é devolvida à grade na mesma operação — não há rotina noturna nem lançamento manual no dia seguinte.
Quando a recuperação automática está ligada para aquela especialidade, o cancelamento dispara em seguida a oferta da vaga à lista de espera. Fora da janela de 24 horas do WhatsApp, essa oferta sai por template aprovado pela Meta.
Marcando a especialidade, o procedimento ou o perfil como exigindo triagem humana na configuração da agenda. O agente passa a reconhecer esses casos, explica ao paciente o que vai acontecer e transfere o atendimento, sem oferecer horário.
Há ainda as recusas que já vêm de fábrica: autorização prévia pendente, procedimento que exige senha da operadora e menor de idade sem responsável identificado. E a regra que não se desliga: o agente não dá orientação clínica em nenhuma hipótese.
Conte quais especialidades hoje travam no telefone, quais regras a sua agenda tem e qual sistema guarda a grade. A partir daí desenhamos o agente que marca, remarca, cancela e confirma dentro do seu sistema — com os limites que você definir.